Dicas de livros para Agosto parte I
terça-feira, 4 de agosto de 2009 - - 0 Comments
O que ler nas ferias ( em Portugal esta um clorrrr e é verão - todo mundo esta de ferias)
Livros light são os mais procurados no verão. Mas nem todas as pessoas gostam. Aqui estão sugestões para as leituras de verão:
Para sempre, talvez – Cecelia Ahern

Sinopse: Em 1903, Thomas Edgar, um jovem coleccionador de borboletas, sonha encontrar uma espécie rara que ninguém ainda capturou. A oportunidade de ouro surge quando um magnata da borracha, no Brasil, o convida a participar numa expedição científica no coração da Amazónia. Thomas parte na esperança de ser o primeiro a conseguir recolher um exemplar da mítica borboleta, mas acabará por ser obrigado a confrontar-se com os seus próprios limites. Quando regressa, Sophie, a sua jovem mulher, recebe um desconhecido com quem não pode sequer comunicar, uma vez que Thomas se fecha num mutismo absoluto. Um romance realista e bem documentado, que capta o mundo interior das personagens, numa atmosfera saturada de mistério e de uma mórbida sensualidade.

Hugo é um rapaz órfão que, em 1931, vive entre as paredes de uma estação de comboios parisiense. Hugo está encarregado de fazer a manutenção dos relógios da gare e entretanto, aqui e ali, vai roubando pequenas coisas de que necessita para ir sobrevivendo no dia a dia.
Livros light são os mais procurados no verão. Mas nem todas as pessoas gostam. Aqui estão sugestões para as leituras de verão:
Para sempre, talvez – Cecelia Ahern

Sinopse: Cecelia Ahern conta-nos a história envolvente de um amor contrariado por um destino que teima em brincar com os seus dois protagonistas. Alex e Rosie atravessaram a infância e a adolescência juntos, sempre presentes na vida um do outro como melhores amigos. No entanto, quando chega o momento de começarem a descobrir as alegrias das noites na cidade e das primeiras aventuras amorosas, o destino resolve pregar-lhes uma partida ao colocar entre os dois a vastidão do oceano Atlântico. Mas poderão o tempo, a distância e o próprio destino ser mais fortes que um grande amor?
A Música das Borboletas, Rachael King
Sinopse: Em 1903, Thomas Edgar, um jovem coleccionador de borboletas, sonha encontrar uma espécie rara que ninguém ainda capturou. A oportunidade de ouro surge quando um magnata da borracha, no Brasil, o convida a participar numa expedição científica no coração da Amazónia. Thomas parte na esperança de ser o primeiro a conseguir recolher um exemplar da mítica borboleta, mas acabará por ser obrigado a confrontar-se com os seus próprios limites. Quando regressa, Sophie, a sua jovem mulher, recebe um desconhecido com quem não pode sequer comunicar, uma vez que Thomas se fecha num mutismo absoluto. Um romance realista e bem documentado, que capta o mundo interior das personagens, numa atmosfera saturada de mistério e de uma mórbida sensualidade.A Invenção de Hugo Cabret, Brian Selznick
Hugo é um rapaz órfão que, em 1931, vive entre as paredes de uma estação de comboios parisiense. Hugo está encarregado de fazer a manutenção dos relógios da gare e entretanto, aqui e ali, vai roubando pequenas coisas de que necessita para ir sobrevivendo no dia a dia.
O pai de Hugo trabalhava num museu onde descobriu um autómato que, sentado a uma mesa, com uma caneta na mão, se mostrava pronto a escrever algo, assim pudesse ganhar vida. No entanto, nem o pai (que entretanto viria a falecer num incêndio no museu) nem Hugo, socorrendo-se de um bloco de notas herdado do pai, conseguiam pôr o autómato a trabalhar, para ver se ele realmente escreveria algo.
Entretanto, Hugo começa a relacionar-se com um velho que tem uma pequena loja na estação de comboios, onde uma vez foi apanhado a roubar pequenas peças. Mas, depois de conquistar a confiança do dono, que não é tão mau como fazia crer, começa a trabalhar para ele. Aos poucos percebe-se que também ele tem algo que ver com o autómato que Hugo, aos poucos, vai reconstruindo. A dada altura, Hugo convenceu-se que o autómato tinha por escrever uma mensagem ditada pelo seu falecido pai.
Entretanto, Hugo começa a relacionar-se com um velho que tem uma pequena loja na estação de comboios, onde uma vez foi apanhado a roubar pequenas peças. Mas, depois de conquistar a confiança do dono, que não é tão mau como fazia crer, começa a trabalhar para ele. Aos poucos percebe-se que também ele tem algo que ver com o autómato que Hugo, aos poucos, vai reconstruindo. A dada altura, Hugo convenceu-se que o autómato tinha por escrever uma mensagem ditada pelo seu falecido pai.
Este ultimo é muitoooo bom. Alem de ser difernete tem cerca de 150 paginas desenhadas ( sem falas) onde tu é que interpretas a historia a tua maneira. tenho um exmplar dele aqui em casa. vale a pena ;)
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